Retomando o blog com um comentário sobre a minha leitura de "Faca e Livro dos homens" de Ronaldo Correia de Brito, um autor de que gosto muito por sua forma de narrar mais polifônica e, ao mesmo tempo, exata e precisa. Gosto dele também pelos retratos humanos que constrói e por um sabor de fundo rosiano, bem ambientado na secura da terra que exige muito de quem lá vive. São histórias que, para além do humano, tocam numa metafísica diária que, muitas vezes, nos tiram do lugar do demasiado humano. Segue, nesse sentido, também uma linha cabralina.
Juiz de Fora, 05/07/2026
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